Toy Story

Outubro 2, 2009

Estou absolutamente seguro de que enquanto dormia os dois despertadores se desligaram de forma autónoma, que percorreram sozinhos os 1,6 metros que separam a secretária da mesinha da cabeceira e os 2,4 metros que distam a estante e a cama, que a janela se entreabriu por si só, e os chinelos que tinha nos pés ao acordar se lá puseram de sua própria vontade. Encontrei tudo neste estado quando acordei, a 2 minutos da hora a que devia estar na faculdade. Todos os objectos do meu quarto conspiram para que falte a Direito Fiscal. Eu enervo-me primeiro, e depois agradeço-lhes.

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7 Responses to “Toy Story”

  1. daniela Says:

    Se era direito fiscal então não há problema, é uma coisa muito chata. :P mas com sorte, até têm um professor decente e até passa a parecer fixe.

  2. Atão Says:

    nao perdeste nada em DF. Mas acho que devias por uma camara oculta e vender o video a disney.

  3. José Borges Says:

    Ahah! Eis a história dos meus últimos três anos na faculdade. Só nunca se passou com Direito Fiscal porque eram aulas à tarde.

  4. Tomás Says:

    Também tenho tido esse problema mas no meu caso tenho acordado todos os dias e no meio da minha sonolência despreocupada penso: what the fuck…n há faltas.

    O Atão teve em grande :D loooooooool

  5. Belmiro Oliveira Says:

    Daniela, tens razão ao dizeres que um professor poderia tornar uma cadeira interessante. A matéria seria evidentemente a mesma, mas uma aula é sempre uma performance (o que não implica luz, som ou cor; não se entenda que estou aqui a defender aulas com filmes, com apresentações bonitas, ou quaisquer outras modernices), uma performance que depende do grau de preparação científica do professor, da sua ideia do que é uma aula, e da sua disposição em cumprir essa ideia com rigor; mas de mil outras variáveis que poderão vagamente ser designadas como a “personalidade” do professor. Conheço um professor cuja presença numa sala me predispoe a ouvir o que quer que ele esteja a dizer na altura. Mas só um.

  6. Belmiro Oliveira Says:

    José Borges, eu vou no quarto ano, e isto não dá mostras de melhorar.

  7. Belmiro Oliveira Says:

    Atão, os últimos tempos não têm sido os melhores e nada me faz crer que venham a melhorar, mas espero ainda estar a alguns anos de distância do momento em que de livre vontade prostituirei o meu estilo de vida.


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