Crescimento in Blue

Janeiro 21, 2009

Estudar ao som de Gershwin pode ter resultados interessantíssimos. Nunca o crescimento endógeno me pareceu tema mais cosmopolita, nunca Romer, Lucas e Solow me afiguraram tão sofisticados. Nunca os gráficos com os seus steady-states se desenharam pela minha mão como se a de Frank Lloyd Right se tratasse. Nunca mais tiro positiva no teste de sexta.

Rhapsody in Blue

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